20.11.09

cavalgado por Brunhild às 17:49

Porquê?? Só se for por ser casado com a Vanessa. Que até sabe usar colares e tudo.

Ora aqui está uma boa ideia: se eu usar só o colar, não fico àrvore de Natal.

 

cavalgado por Brunhild às 17:42

The new boots are made for dancing!

 

Are you ready boots? Start dancin'!

 

 

 

 

Gosto do Furtadinho...

cavalgado por Brunhild às 17:32

- What do we want to promise each other?

- To love each other even when we hate each other

- No running…ever, No body walks out

-  We will take care of each other even when were old, smelly and senile and if I get Alzheimer’s and forget you…

 

- I will remind you who I am every day

- This is forever!

 

 

(Para a semana, não percam! A História da Canetinha Vermelha. E um ou outro texto sério. Eventualmente.)

cavalgado por Brunhild às 16:10

... quem estiver a ficar fartinho do tom monocórdico em lamechice maior, ponha o dedo no ar!

cavalgado por Brunhild às 16:00

Há, sim. Se é que têm alguma coisa a ver com isso...

Há ensaio e descanso. Muitas horas de soninho para pôr em dia.

Há um jantar de gajas amanhã à noite. (Cuidado Porto que elas vão andar à solta!)

E há filmes comprados em promoção na Fnac para (re)ver:

-a triologia de Krzysztof Kieslowski - Azul, Branco, Vermelho (bandeira de França) - em torno dos temas, liberdade, igualdade, fraternidade;

- Juno. Se bem que eu acho que este voou até casa da Ort;

- The Brues Brothers. Falha imperdoável a ser colmatada brevemente; e

- Christine, o carro assassino. Este faz parte das minhas recordações do tempo em que eu, meia leca de gente, fugia ao fim-de-semana para casa da minha avó, e ficava a ver televisão até muito tarde com as minhas tias. Sentia-me crescida. Posteriormente, ganhou outro significado. Tive de comprar. Para rever. Acompanhada. Um dia.

 

Bom fim-de-semana!

 

cavalgado por Brunhild às 14:04

cavalgado por Brunhild às 13:39

cavalgado por Brunhild às 11:43

 

 

"Before you, Bella, my life was like a moonless night. Very dark, but there were stars-points of light and reason… And then you shot across my sky like a meteor. Suddenly everything was on fire; there was brilliancy, there was beauty. When you were gone, when the meteor had fallen over the horizon, everything went black. Nothing had changed, but my eyes were blinded by the light. I couldn't see the stars anymore. And there was no more reason for anything."

 

 

Metem destas coisas nas cabeças das miúdas! Depois elas crescem a acreditar que isto* pode acontecer. E de que os vampiros existem. Idiotas!

 

 

 

 

* Dizer a coisinha certa na altura certa. Ou errar e saber corrigir atempadamente os erros. E outras coisinhas do género.

cavalgado por Brunhild às 11:05

Woody Allen escreveu o argumento de Whatever Works em 1977.

cavalgado por Brunhild às 11:00

á um blogue, tudo aquilo que não escrevo/publico dava mais um ou dois blogues. E finalmente consegui esgotar os caracteres reservados para o título.)

 

 

 

- How could she believe my lies and not the truth? Why couldn’t she see how much I loved her, needed her?

- The absence of him is everywhere I look. It is like a big hole has been punched through my chest.

- It's my birthday, can I ask for something? Kiss me.

 

 

Afinal, qual é a menina de ar melancólico e olhar perdido que não sonha com um ser que a proteja de tudo e de todos?

cavalgado por Brunhild às 10:05

19.11.09
cavalgado por Brunhild às 18:59

que depois de muitos mails e reclamações, finalmente consegui. acabaram de me entregar uma caixa de canetas vermelhas da Bic. todinhas para mim.

isto agora é que vai ser trabalhar... fui!

cavalgado por Brunhild às 15:00

 

Como qualquer gaja que se preze, esta aqui também adora acessórios: sapatos, malas, cachecóis, chapéus, relógios (sem pilhas), anéis, brincos, pulseiras, bandeletes, travessões e flores, alfinetes de peito (broches) e colares. No entanto, estes últimos, não consigo usar. Eu tento! Tenho alguns, lindos! Ensaio usá-los mas raramente consigo porque fico com a sensação de me ter transformado numa árvore de Natal.

 

(E agora recebi uma sms da outra valquíria a dizer-me para ouvir a Antena2... Já volto!...

Ah! Estão a falar e a passar excertos da ópera A Valquíria. Sempre atenta, esta Ort!)

 

Ora, onde é que eu ia?...

(Agora minha atenção irá dividir-se entre o que escrevo e o que escuto.)

 

Ah!, sim. Colares.

Invejo, de forma saudável, todas as mulheres que ficam bem de colares, que os sabem usar. Como uma mulher que acabou de passar por mim, agora mesmo. Impecável!

Eu acho que o pormenor do colar, no todo, faz toda a diferença.

 

(Entra em cena Brunhild... Começa logo por desobedecer seu pai.

E eis... A Cavalgada das Valquírias!)

 

Tenho um colar que além de ser lindo de morrer, uma peça de joalharia de autor, presente de um amigo, há uns anos, pelas explicações que lhe dei de Estatística, e que lhe permitiu concluir a Licenciatura. Sou tão boa explicadora, que o explicando quase sacou uma classificação melhor do que a da explicadora.

 

(Brunhild é vítima da ira do pai e é expulsa da armada celeste, deixa de ser valquíria, e é condenada ao sono profundo... Esta cena é tão intensa! Brunhild é a preferida do pai. Brunhild desobedeceu a ordem de seu pai por ter agido conforme este a tinha ensinado a ser: seguir aquilo que acreditava. Mas Wotan é intransigente. Não cede! Brunhild faz um último pedido ao pai: que exista um ser capaz de a acordar daquele sono, um ser forte, de coração puro, que não conheça o medo. O pai concede-lhe esse desejo. Brunhild adormece num rochedo, protegida pelo fogo mágico. )

 

Lembro que o colar vinha numa caixa daquelas de joalharia. Eu, ainda meia adolescente, meia mulher, senti-me uma verdadeira princesa ao receber aquele presente.

Um presente que raramente uso. Primeiro porque não quero banalizá-lo, torná-lo corrente. Segundo, porque raramente o sei usar.

 

Posto isto, acho vou até ao blogue da Mini-Saia, pedir à Mónica Lice umas dicas.

 

(Ainda estou em estado de graça. Não há ópera mais densa, completa, do que a Tetralogia de Wagner. Não há!)

cavalgado por Brunhild às 13:57

cavalgado por Brunhild às 13:55

 

Brunhild repõe energias enquanto fuma um cigarrinho ao sol.

cavalgado por Brunhild às 13:24

Lia um texto aqui, sobre o Respeito aos Filósofos, e eis que dou de caras com isto:

 

"O que não me mata torna-me mais forte.

Disse-o Nietzsche, mas também o dizia a minha avó, que nunca ouviu sequer falar de Nietzsche. E até já a avó da minha avó o dizia também, só que de uma forma ligeiramente diferente: o que não mata engorda. Mas basta pensar um pouco para ver que tanto Nietzsche como a minha avó foram algo precipitados a tirar conclusões, o que se desculpa mais à minha avó do que a Nietzsche. A ideia de Nietzsche é a de que a vida é para ser vivida sem restrições, sem disfarçar a dor e a alegria, como acontece com os mais fortes e corajosos, que nada recusam. Assim, dar o peito às balas é próprio dos mais fortes. Só que há balas que não matam mas moem, deixando-nos fracos e feridos para o resto da vida. Nem Nietzsche nem a minha avó foram incapazes de evitar uma falácia muito comum: a falácia da generalização precipitada."

 

 

 

Há algum tempo, numa Noite de Poesia no Púcaros, esta era a frase do dia. Os que iam passando, iam lendo e dizendo É Nietzsche, é Nietzsche. Como se tudo o que foi dito por Nietzsche fosse lei.

Esta frase é uma delas. É um disparate! Não é um total disparate, mas não deixa de ser um disparate.

 

Nietzsche era  doente! Um louco, com inteligência acima da média, que aspirava usar collants azuis e capa vermelha.

Sim, a obra dele é interessante. Ele desconstruiu muitos preconceitos e ilusões, colocou o dedo em muitas feridas. Tendo construído um mundo muito próprio, à medida da sua loucura, onde ele poderia sobreviver. Curiosamente, um mundo onde as mulheres tinham um papel secundário, submisso. Claro! Ele nunca teve sorte com elas!

 

Há tempos alguém colocou no Facebook uma citação dele: "Na vingança e no amor a mulher é mais bárbara do que o homem." 

E seguiram-se "Apoiados" de muitas mulheres (!!!) e de alguns homens.

Mais bárbara?! Na vingança e no amor? Quando a maior parte dos crimes passionais, que até chocam  de tão violentos, são levados a cabo pelos homens?! Por continuar enraizado nas suas mentalidadezinhas que a mulher é um subproduto do homem, propriedade deles, e deve ser submissa. Sempre bonitinha e obediente. Até pode ser inteligente, desde que não esqueça o seu lugar.

 

Poupem-me!

 

Há muitos conceitos, ideias e pormenores brilhantes em Nietzsche, há. E sim, ele revolucionou e contribui muito para o pensamento filosófico do século passado. Mas não façam dele o rei que ele não é. Se o fizerem, eu digo, o rei vai nu. Pronto, pronto, como está muito frio, digo só que ele vai em ceroulas.

 

 

cavalgado por Brunhild às 11:30

Elogio da educação filosófica

Seria no mínimo interessante de ver, bons professores de filosofia (partindo do principio que era possível) ensinarem filosofia como deve de ser, num sistema de ensino que privilegia o carneirismo. Oh! Captain, my Captain!

 

cavalgado por Brunhild às 10:25

A palavra do ano: unfriend

 

O termo - relacionado com as redes sociais - designa a eliminação, numa rede social, de uma pessoa que antes era considerada "amigo".

cavalgado por Brunhild às 10:03

 

Quase 650 mil desempregados - Taxa de desemprego real nos 11,4%

 

"A evolução recente do desemprego, conjugada com a previsão de que a actividade económica se mantenha anémica em 2010, mesmo que não se verifique um recuo, leva a prever que no fim do próximo ano mais de um em cada oito portugueses activos esteja sem trabalho."

cavalgado por Brunhild às 09:56

As Valquírias
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