Quarta-feira, 13 de Abril de 2011

Descalçar-me, enfiar os dedos na areia, deixar que o sol me renove a esperança e me defenda do frio provocado pela brisa. Já cheia de coragem mergulho os pés na água gelada e assim caminho, deixando que o mar me molhe as pernas, o vestido, me salpique os braços e o rosto, tudo o que ele precisar de molhar ou salpicar, até que o sol se ponha e me diga que são horas de voltar.

A água salgada limpa tudo.

 

Enquanto eu for capaz de me permitir sentir, pelo prazer de sentir, por estar viva, para me sentir viva, sem racionalizar, e continuar sem medo de expressar o que sinto, sei que ficarei bem. Aconteça o que acontecer.

É assim que eu me renovo. Absorvendo. Sentindo. Muito. E libertando. Rindo. Sorrindo. Ou chorando.



publicado por Brunhild às 17:26 | link do post | comentar

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