Terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010

- Sempre jeitosa! Se eu não tivesse namorada, não me escapavas...

- Era preciso que eu quisesse...

 

 

Por que razão uma mulher só haveria de se sentir completa e verdadeiramente feliz quando tem uma corda ao pescoço - desculpem! - uma anilha no dedo?

Eles - e muitas elas, infelizmente! - continuam a achar que nós precisamos de um homem - o meu homem - ao lado, para se sentirem mulheres. Eles, cheios de peito, acham que nós, mulheres, somos auto-estrada e que é sempre a abrir (que analogia feiota! agora fica...).

 

E, para aqueles que pensam que isto é blábláblá de ressabiada, estão muito enganadinhos. Em primeiro lugar porque de ressabiada tenho zero.

Já tive a minha quota parte de decepções, pois claro! Uma delas tirou-me a vida. E até jurei nunca mais me apaixonar! Quem me conhece, na altura, deve ter rido bastante. Eu lá consigo viver sem estar apaixonada?! Seja por uma música, por uma ideia, por um lugar, por um livro, por uma palavra, por uma pessoa... Há sensação melhor?! (Que saudades!...)

Para os restantes, que estão a pensar que eu tenho mau feitio, também estão muito enganadinhos. Sou a pessoa mais fácil do mundo. Desde que tudo seja feito como eu quero, quando eu quero e onde eu quero. Fácil, não?!

 

Esta - a ideia de mulher livre e independente - foi, e sempre será, o meu estado civil de eleição: Sol!.

Não preciso que ninguém me diga o quanto sou maravilhosa, inteligente, jeitosa, de olhos bonitos e sorriso encantador, porque eu tenho espelhos em casa e sei muito bem quem sou. Sou, talvez, a única pessoa a sabê-lo.

O que eu preciso, e procuro, é outra coisa...

Já leram O Elogio ao Amor, do Miguel Esteves Cardoso? É, mais ou menos, isso.

 

Perder a minha liberdade, só quando achar que ganho mais do que aquilo que perco.

Até lá... Freedom time!...

 

 

 

PS - Como uma conhecida disse há dias (chorei a rir): O casamento é para os gays!


música freedom time - linda tillery
sinto-me

publicado por Brunhild às 21:13 | link do post | comentar

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