Terça-feira, 9 de Março de 2010

Antes do merecido descanso desta valquíria, dei um saltinho pequenino aqui ao lado, para ver o que os meus zombies preferidos andavam a fazer.

Surpresa!?!!...

Falavam de Led Zeppelin.

 

(Fosse eu fiel seguidora dessa famosa escritora e diria que não há coincidências.)

 

Falava-se mais concretamente, de Stairway to Heaven. Uma música que propositadamente exclui da minha criteriosa selecção de vídeos da banda, porque não me agrada. (a guerreira já está mais para lá do que para cá. caso contrário diria que não suportava de todo a dita música.).

 

Não conheço a versão de Zappa, nem vou ficar a conhecê-la agora. Mas será a primeira coisa que farei quando ligar o computador amanhã. Está prometido.

 

Quando me preparava para desligar esta amostra de portátil, fiquei a pensar...

Os blogues, tal como as pessoas, não são só aquilo que se escreve neles. São também aquilo que não se escreve.

Exemplificando...

Não escrevi sobre a cerimónia dos Óscares.

Nunca, na minha longa vida de blogger, publiquei um vídeo/música dos U2.

E ainda não escrevi sobre o filme O Laço Branco.

 

Porquê?...

 

Curiosamente, são estes pequenos segredos que eu gosto de descobrir nas pessoas. Nas minhas pessoas, nas pessoas de quem gosto.

Gosto de descobrir o que não dizem. E, principalmente, porquê.

 

 

 

PS - Ainda não foi desta que fiquei a gostar de Stairway to Heaven. Ou de Frank Zappa.



publicado por Brunhild às 23:58 | link do post | comentar

3 comentários:
De rita maria a 10 de Março de 2010 às 13:19
Eu gostava que escrevesses sobre o laço branco, que ainda nao vi...


De Brunhild a 10 de Março de 2010 às 15:22
Escrever sobre O Laço Branco... Eis um bom desafio. :)
Eu escondi esse filme lá no fundo do cérebro, de forma a evitar pensar nele...

Eu gosto de acreditar que as pessoas são boas por natureza. Nascem assim. Talvez porque nunca conheci uma criança que tivesse maldade. E que, posteriormente , durante a vida podem - ou não - acabar por perder essa bondade, e tudo o que lhe é adjacente. Deixando-se invadir pelo ciúme, inveja, raiva, ódio, sede de vingança, etc.
Acreditar neste princípio, permite-me acreditar que o processo inverso é sempre possível. Ou seja, permite-me acreditar na humanidade. Ou ter alguma esperança nela.

Henecke fez-me questionar este meu princípio. E eu não gostei nada disso...

Quanto ao laço branco...
É, na minha opinião, imperdível.
Nem que seja para, no momento seguinte, o esquecer... :)


De Brunhild a 10 de Março de 2010 às 15:27
Haneke! Henecke é outro que não é para aqui chamado.
Sou mesmo uma gaja de números!... :)


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