Sexta-feira, 21 de Maio de 2010

Há dias, estava eu a ter um dia daqueles em que parece que toda a gente se lembrou de mim e de me chatear, já com os nervos em franja e a preparar-me para explodir, quando recebo (mais) um convide de amizade pelo Facebook.

Eu, apesar de ter perfil privado e sem foto pessoal, por questões profissionais (não vá algum dos camionistas com quem trabalho passar por mim no Livro das Fronhas, reconhecer-me e se lembrar de me adicionar), por norma, não rejeito pedidos de amizade. Aceito toda a gente. Mas, obviamente, nem todos têm acesso a toda a minha informação. Eu defini diferentes graus de privacidade, distinguindo, assim, os amigos (reais) dos amigos de brincar.

 

Ora, este convite, eu também aceitei. Sem ligar muito.

Passei os olhos pela Informação Pessoal, vi uma ou duas fotos a ver se conhecia a pessoa e espreitei os amigos em comum e os interesses. Estava feito.

Logo a seguir, recebo uma mensagem, também via FB, desta minha nova amizade: "Brunhild, obrigada por me aceitares como amiga. Sabe-me bem essa "lufada de ar fresco", que vem da tua pessoa.". Eu fiquei a olhar para aquelas palavras e a pensar: Enganou-se na pessoa, de certeza. Eu, que naquela altura estava capaz de fulminar alguém, uma "lufada de ar fresco"?! E resolvi ir ler o meu próprio perfil e tentar descobrir de onde vinha aquela corrente de ar... E a verdade foi uma: quando terminei de ler, também me apeteceu adicionar aquela pessoa como amiga...

 

Vendo por outro lado, eu até podia ter a minha cara escarrapachada por lá, com aquela descrição de perfil, os meus colegas de trabalho jamais acreditariam tratar-se da pestinha, como eles, encarecidamente (segundo soube), me chamam.

 

(um dia eu explico melhor)



publicado por Brunhild às 12:55 | link do post | comentar

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