fotografia de Dan Martensen
Não sei se já vos contei - acho que não... - mas, finalmente!, encontrei o meu desporto. Um desporto feito mesmo mesmo à minha medidinha.
[Como?! Não acreditam que exista um desporto feito à medidinha da gaja mais preguiçosa do mundo?! Mas existe!...]
É um desporto que, como não poderia deixar de ser, envolve água - o mar, o meu mar -, ou seja, a minha praia. Logo, é sazonal, que é para eu não enjoar.
É um desporto que se pratica deitado! (Acreditam agora?!...)
E é um desporto que exige um outfit especial. Inclusive, pasmem-se!, até exige que se use uns sapatinhos. (Convencidos?)
Pois é, pois é. Como já devem ter adivinhado, Brunhild meteu-se no bodyboard. (O termo é mesmo este "meter", como quem se mete na droga ou noutro vício qualquer.)
Sim, é verdade, troquei os set de música de sábado à noite pelos set de ondas de domingo de manhã.
E, um dia, eu escrevo sobre as sensações de estar no mar: de passar a zona de rebentação, de esperar a onda, da calmaria, de (conseguir) apanhar a onda, de estar na crista da onda, da velocidade, da adrenalina, da praia vista por aqueles olhos. Sobre tudo tudinho. Sobre o quanto é bom.
Para já, e só para que saibam, escrevo sobre o meu primeiro 360º, a manobra básica-mais-básica do bodyboard. (Bem, na verdade, esteve mais próximo de um 270º. E eu continuo sem saber como fiz aquilo... Mas não nos vamos perder com pormenores, ok?!) E do quanto estou mortinha por regressar... Assim que voltar a sentir os braços e as pernas.