Quarta-feira, 16 de Junho de 2010

Acabo de ler um textinho num blogue recém descoberto (e que - ainda - não está listado aqui ao lado), que parece saído do meu Moleskine. Daqueles escritos no calor da emoção e que, de tão crus serem, jamais verão a luz do blogue. A razão? Não os quero ter que estragar com cascas de banana.

 

Sim, eu podia revelar-me tal como sou, sem disfarces, artífices, subterfúgios, mais ou menos do que sou (nunca tal e qual), poupando trabalho aos demais de terem que me escutar, observar e, sobretudo, reflectir. Mas seria a mesma coisa? E quando os quisesse surpreender? Não podia...

 

Mal por mal, prefiro sentir o punhal de uma injustiça, aqui e ali, a ser transparente.

 

Afinal, nós nunca somos - exactamente - quem pensamos e afirmarmos ser, nem quem os demais julgam que somos, o que torna tudo (quase) irrelevante.



publicado por Brunhild às 15:12 | link do post | comentar

1 comentário:
De naovouporai a 16 de Junho de 2010 às 16:10
a última frase é cirúrgica minha cara Brun.


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