Quarta-feira, 2 de Março de 2011

 

 

 

 

 Presente em cada fotografia que guardo,

em cada música que me obriga a uma repetição,

em cada filme que me deixa em silêncio,

em cada livro que releio,

em cada poema que transcrevo,

em cada sonho novo que construo.

 

Assim te guardei,

tão perdida quanto esquecida,

na esperança de te reconhecer

quando te reencontrasse.

 

Mas eu nunca te encontro.

Porque és sempre presente,

na sua ausência,

de cada vez que, em vão,

me tento apaixonar.



publicado por Brunhild às 12:02 | link do post | comentar

1 comentário:
De Bruno a 2 de Março de 2011 às 13:52
glup...


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