Quarta-feira, 16 de Março de 2011

Na mesma pausa para cigarro, dizem-me que devemos ser nojentinhos, não só em relação ao que ouvimos (falava-se de música), mas em tudo na vida.

A famigerada questão das escolhas, no fundo. E na responsabilidade que devemos chamar a nós, não só no acto da tomada da decisão, como também das suas consequências. [Nana também explica.]

Essas escolhas definem-nos como indivíduos, aos olhos dos outros e, acima de tudo, aos nossos olhos.

Não sei se é visto com bons olhos (nem me interessa) esse cultivo do ser como individuo, ou seja, da própria individualidade, numa sociedade globalista e massificada. Para o conseguir é necessário ser-se egoísta; Aos olhos do outros, pelo menos, sempre de martelo na mão, prontos a ditar sua sentença. Mas a questão é: até onde podemos/devemos esticar o nosso egoísmo sem nos tornarmos narcisistas?

E aqui chegamos à questão fulcral, a que verdadeiramente me interessa: equilíbrio.

Procurar a verdade, manter o equilíbrio e cantar a poesia.

Quando eu dominar todas as técnicas da fotografia, inclusive da revelação, irei para a rua procurá-las.



publicado por Brunhild às 13:31 | link do post | comentar

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