Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009

 

 

Num Domingo de sol, há muito tempo, pelo menos assim parece, numa esplanada com um grande amigo. Um mano.

 

Eu, negra como a noite. Doía-me tudo: corpo, alma, cabeça. Olheiras, olhos inchados e vermelhos de tanto chorar, escondidos atrás de uns óculos de sol. Coração apertadinho. Voz embargada.

Reunia todas as minhas forças, evitando desabar em mais uma crise de choro.

Só existe um Domingo pior que aquele...Sabias?

 

Ele, sinto-o agora, com um enorme desalento por me ver assim.

Nunca me tinha mostrado assim...

Reuniu todas as suas forças para me sacar um sorriso. Algo que, normalmente, é fácil.

E conseguiu...

 

Conhecem aqueles sorrisos contidos que se dão quando os olhos são uma barragem que comportam todas as lágrimas que já choramos?

Sabem bem, não sabem?

São sorrisos que não se esquecem... Obrigada, mano.



publicado por Brunhild às 11:25 | link do post | comentar

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